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Curiosidades e um pouco de "estórias"

O CT Amazonas fazia parte de uma serie de 6 navios , dentre os quais os CTs Apa, Araguaia, Araguari e Ajuricaba. Seu primeiro indicativo foi A-1, depois mudado para D12. Suas primeiras comissões foram:
-Viagem inaugural realizada por vários estados da União iniciada em 17 de janeiro de 1950, tendo sido feitas mais de 8000 milhas.
-Três Operações Unitas, tendo sido elogiado na ultima pelo então Alte. USN Tyree Jr., na época o COMSOLANT.
-Operação UNITAS IV, realizada e cumprida integralmente pelo D12
 
É um CT cujo casco de planos ingleses, foi adaptado para instalações de origem Norte Americana, integralmente construído no AMRJ.

  Foram visitas ilustres o então presidente Dr. Getulio Dornelles Vargas e Sra. Darci Vargas, que estiveram presentes ao batismo da quilha, em 1943.
Posteriormente, em 29 de novembro de 1943 na presença do Dr. Getulio Vargas, e servindo de madrinha a Sra. Rosa de Mendonça foi efetuado o lançamento oficial.

  Tomou parte também, na sua primeira mostra de pessoal, o Sr General de Exercito e naquele período Presidente da República, Eurico Gaspar Dutra.

Ver fotos abaixo

 

 

 

 

Posteriormente, foi publicado no antigo Diario de Notícias, artigo assinado pelo Alte. Flavio medeiros,
Chefe do EMA, exaltando o CT Amazonas;

 

Como já foi dito, 7º navio da MB a ostentar esse nome. O primeiro foi uma Fragata de madeira, a vela, armada em escuna com 1768 ton., construída nos Estados Unidos em 1826. Originalmente denominada Amazonas, foi rebatizada como Isabel Maria e por último Constituição.
Participou ativamente da guerra do Prata, combateu corsários, e transportou várias vezes para a Europa, membros da Familia Imperial.
Foi comandada pelo Alte. Tamandaré e terminou seus dias servindo como Escola de Marinha (1867 - 1883)ancorada nas proximidades da Ilha das Enxadas.

O segundo, foi uma corveta também de casco de madeira, a serviço da Armada Imperial desde 1829, inicialmente batizada como Trinta de Agosto, participou da repressão à "Revolta dos Cabanos" no Pará, em 1839. O terceiro, foi um pequeno veleiro aparelhado em escuna, empregado na repressão dos rebeldes "Cabanos" no Pará em 1839.
O quarto navio a ostentar este nome, foi uma fragata a vapor, construída na Inglaterra em 1852. Foi o navio capitânea da Esquadra comandada pelo Alte. Barroso na Batalha Naval do Riachuelo em 11 de junho de 1865.

O quinto, foi um cruzador protegido, construído na Inglaterra. Era identico ao Almirante Abreu e ao Barroso. Não chegou a prestar serviços a Marinha do Brasil pois foi vendido aos Estados Unidos, naquela época em guerra com a espanha (1889). O sexto navio com o nome de Amazonas foi um contratorpedeiro da classe "Pará" também construído na Inglaterra em 1909.
Os navios da Classe "A" foram construídos em substituição aos seis classe "J", contratados a estaleiros ingleses desde 1936. Em virtude do estado de guerra , o Governo Ingles requisitou os seis navios, indenizando devidamente o Governo Brasileiro.


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